Policia nega bilhete homofóbico
Infelizmente mais um LGBT entra para a estatística nesse país no qual assassinatos com caráter homofóbicos ainda ficam impunes. Segundo o relatório divulgado pelo Grupo Gay da Bahia entre 2013 e 2014 foram documentados 312 assassinatos de gays, travestis e lésbicas no Brasil. Os números representam um assassinato a cada 28 horas.
E ainda tem candidatos a presidente nesse ano de eleição que não apoiam ou tiram do programa projetos para o criminalização da homofobia e a legalização do casamento gay.
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Na madrugada de terça para quarta-feira, o jovem João Antônio Donati, de 18 anos, que era homossexual e que foi assassinado, foi uma possível vítima de homofobia. Donati apareceu morto em um terreno baldio na região metropolitana de Goiânia. No corpo do rapaz foi encontrado vários sacos enfiados na boca e tinha hematomas na boca e nos olhos. Além de está com todos os seus documentos e dinheiro na carteira.
Polícia Civil de Inhumas (GO) e o delegado Humberto Teófilo de Menezes, responsável pelo caso, afirmou que a hipótese de homofobia é uma das linhas de investigação. Inhumas é uma cidade pequena, com cerca de 50 mil habitantes e distante 35 quilômetros da capital Goiânia.
De acordo com uma representante da Polícia Civil da cidade, ele tinha marcas de agressão no rosto, mas não estava com as pernas quebradas e nem com um bilhete com declarações homofóbicas, como foi noticiado inicialmente por alguns veículos da imprensa. Site Terra
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João Donati trabalhava em um Bar da cidade há duas semanas. Era garçom, a clientela gostava do atendimento do jovem, que era uma pessoa atenciosa e simpática. A mãe do jovem lavava toalhas e outros utensílios do bar.
De acordo com os depoimentos, naquela noite, Donati foi deixar as toalhas lavadas no bar, e o proprietário, Jesús Ferreira, pediu para ele ficar um pouco no estabelecimento por alguns instantes, para ele dar uma volta. Donati deixou o bar no início da madrugada de quarta, e Vesúvio pediu que um dos clientes, chamado João Paulo, o levasse em casa. Segundo a esposa do proprietário, o jovem pediu para o motorista que lhe dava carona deixá-lo próximo do bar Sport Chope, que é perto da casa do Donati.
Fonte: O Globo




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